Ato 1.5 ~ Caminho Pedregoso


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Mensagem 15 Mai 2018, 13:11

Re: Ato 1.5 ~ Caminho Pedregoso

Tenzi

A expressão do Santo de Compasso claramente ficava mais suave ao ouvir o relato de Agni, até então estava preocupado de ter trazido a aventureira a um lugar estranho, visto que a ela crescera num lugar mais desenvolvido. Queria escutar mais da experiência da companheira de viagem ali no Santuário, mas no momento tinha que a reunião com o Mestre do Santuário.

— Oh, certo. Nos falamos depois então, Agni? Quero escutar mais sobre seu tempo aqui. Fico feliz que esteja tendo uma boa experiência aqui, estava preocupado que estivesse sendo difícil ficar num lugar tão diferente.

Tenzi se afastava , indo em direção da escada para a casa de Áries. No caminho, ao escutar Kátia falando sobre não conseguir com o grupo, o lemuriano não questionava, assim como os cavaleiros tinham um dever a cumprir levando Minerva até o Mestre, a educadora tinha suas próprias obrigações, assim se limitava a se manifestar quando ela se despedira do grupo.

— Obrigado, senhorita Kátia. Também obrigado por me acomodar em seu centro de ensino.

Após se despedia de Kátia, e agradecer curvando o tronco, Tenzi seguia com o grupo rumo ao primeiro lugar que conhecera ao chegar no Santuário: a casa de Áries. No trajeto não se manifestava sobre as perguntas de Amaretsu a Atlas, não achava que tinha algo a acrescentar ou questionar sobre aquilo, também não tinha nenhuma desconfiança sobre o Mestre.Adentrando o local e sentindo o cosmo que não pertencia ao Meste, Tenzi se perguntava se pertenceria a algum outro cavaleiro de ouro ou então a algum habitante ainda não conhecido da casa.

"Talvez alguém que estivesse fora durante o tempo que fiquei na casa?"

Agradecendo as boas-vindas de Atlas com um aceno de cabeça, seguia ao encontro do Mestre, agradecendo também as boas-vindas deste. Testemunhava então o desenvolver da conversa entre o Mestre e Minerva, assim como o questionamento que Amaretsu fizera ao Santo de Virgem, ficando um pouco assustado quando Compasso deixava a urna.

— Grande Mestre, tristeza eu não sei dizer se carrego no momento. Mas dúvida que carrego é se sou digno de ser um cavaleiro, se estou fazendo tudo que poderia estar fazendo.
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Mensagem 19 Mai 2018, 21:34

Re: Ato 1.5 ~ Caminho Pedregoso

Cecilia

— Huh?

Pega de surpresa por uma voz repentina, Cecilia se esquecia de sua condição e instintivamente virava a cabeça para os lados a procura da fonte do questionamento estranho. Não encontrando oscilação alguma nos padrões e espectros de sua "visão", concluiu que aquilo talvez fosse um engano. Estava bastante estressada esses últimos tempos.

"Talvez seja o estresse..."

Tentando deixar mais uma fonte de preocupação de lado, Cecilia despedia-se de Katia e Sara e seguia o grupo em silêncio, levando de vez em quando o dedo indicador e médio ao queixo como se alguma preocupação lhe afligisse. Felizmente para ela a mudança no cenário servia como uma distração: estava no santuário, quer dizer, o verdadeiro santuário. Era como se estivesse em uma terra dos sonhos, oculta para todo o resto do mundo.

"Casa de áries?"

O jeito de que a casa fora construída era magnífico. Abusando de seus sentidos especiais, Cecilia acompanhava o grupo mas não estava lá: seus sentidos percorriam aquela construção, tentando analisar cada milímetro daquele edifício, fazendo um estudo silencioso. Ao notar a chegada de quem Atlas prenunciara ser o Grande Mestre, a alemã recuperava a compostura, retribuindo o cumprimento daquela autoridade com um leve inclinar do tronco.

— Missão de vida?

Era essa a parte que a loira estava aguardando. Como Alice, tinha entrado na toca do coelho. O quão fundo esta seria? O que o Grande Mestre sabia? Queria desconfiar dele, mas a aura que ele exsudava transparecia parecia de alguém de uma posição respeitosa.

"Que estranho."

Escutava o diálogo dele, Minerva e Amaretsu em silêncio, assustando-se quando sua armadura deslocava no ar sozinha. Não poderia reclamar muito desses eventos sobrenaturais, mas ia demorar para se acostumar. Como será que Safira estava reagindo?

— Desculpe-me a pergunta, mas o que é ser um cavaleiro?

Aproveitando a deixa de Tenzi, Cecilia decidia fazer seu próprio questionamento. O que seria um cavaleiro e qual a responsabilidade que aquilo trazia? Ainda sentia bem no fundo como se eles estivessem enganados: teria ela potencial para entrar em um grupo de "elite" como esse?
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Mensagem 23 Mai 2018, 02:43

Re: Ato 1.5 ~ Caminho Pedregoso

Diante do posicionamento de Tenzi com respeito ao que foi falado sobre as emoções guardadas nas armaduras, o mestre fez silêncio. Só pronunciou-se quando Cecilia questionou o que era ser um cavaleiro.

— Todos os seres possuem dois tipos de propósito em existir. O propósito interior, que é sempre o mesmo para todos, embora vá se concluir de maneira única para cada um; e o propósito exterior, que chamam de missão, quando está alinhado ao interior.

Ele virou o rosto para as armaduras e Atlas. O jovem cavaleiro de Áries fechou os olhos e pôs-se a concentrar seu cosmo, o que ativou o terceiro grande cosmo daquela casa, semelhante ao seu. Assim, alguns instantes depois, algumas ferramentas douradas apareceram ao seu redor. Instintivamente todos concluíram que tais ferramentas eram parte da veste sagrada de Áries.

— Podemos pensar nas armaduras — continuou o mestre. —, qual o propósito delas? Proteger a vós, proteger o planeta... isso é o propósito exterior. O propósito interior delas é manifestar a cosmoenergia de estrelas e constelações inteiras, vestindo a cada um de vós. Ou não, talvez seja ainda mais profundo que isso...

Safira estava confusa. Não era cavaleiro, ou santo, ou amazona. Mas ficou calada, pois mesmo não estando incluída no grupo, tinha medo de ser excluída e perder aquela conversa meio maluca.

— Afinal, por que proteger a simples pessoas que pensam estar aqui por acaso? — ele tinha certo deboche na fala, mas não parecia ofensivo. Parecia haver algo nas entrelinhas. — Ser cavaleiro é ter fé, jovens. Render-se ao que tem que ser feito pelo equilíbrio. Vós sois escolhidos, embora isso não os faça especiais. A jornada parecerá difícil mais de uma vez, mas tudo isso faz parte do propósito...

Então houve silêncio. Atlas olhou para a armadura mecânica de Amaretsu, curioso. Depois, virou-se, quebrando o silêncio.

— Preciso de um pouco do sangue de vocês para restaurar as armaduras sagradas. É necessário porque o sangue traz a leitura cósmica e a vitalidade de vocês, algo necessário à armadura de cada um. Amaretsu não precisa, já que a dela é mecânica.
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Mensagem 23 Mai 2018, 19:29

Re: Ato 1.5 ~ Caminho Pedregoso

Tenzi

Tenzi escutou em silêncio às palavras do Mestre do Santuário, tendo certeza de não só refletir no que escutara, como também tentar absorver tudo aquilo, principalmente a questão das armaduras e os jovens serem escolhidos mas não espaciais. Embora o jovem nunca pensara nisso, tinha treinado em seu lar tendo um mente que ser um cavaleiro significaria ser parte de algo maior, ajudando e sendo ajudado outros numa missão.

"Ainda tenho muito a aprender."

Sem saber o que dizer quanto as palavras do Grande Mestre, ou mesmo se deveria dizer algo, o jovem decidia se manifestar quanto ao conserto das armaduras, tiraria a urna de suas costas se ela já estivesse indo para uma outra área.

— Mestre Atlas, caso seja necessário, eu posso ajudar na restauração das armadura, minha mestra me ensinou o processo. Minha ajuda sendo necessária ou não, eu estou pronto para oferecer o sangue necessário.

Naquele momento o Santo de Compasso além de querer se fazer útil, queria poder conversar com Atlas sobre a sensação que tivera quando estava próximo ao lago. Esperava também ter a chance de conversar com Agni após isso, sentia falta de o fazer como fizera na viagem até o Santuário.
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Mensagem 23 Mai 2018, 19:48

Re: Ato 1.5 ~ Caminho Pedregoso

Carlos

Carlos ainda estava um pouco confuso com a visão que tivera, o sangramento de seu nariz ja havia passado, mas sua cabeça ainda doia um pouco, ele estava apoiado em algum canto reciocinando.

"Não... ele não pode ser o mesmo cavaleiro que esta aprisionado.... Rodório talvez ele seja o primeiro cavaleiro e seu sacrificio fez com que a praça levasse o seu nome... agora o cavaleiro aprisionado eu não sei o seu nome... são cosmos diferentes, diferentes pessoas, tenho que pesquisar mais, talvez ler os livros da biblioteca ou conversar com Katia ou qualquer outro cavaleiro mais experiente...."

Seus pensamentos eram interrumpido pela pergunta de Katia, Carlos apenas saia de seu apoio e respondia em um tom sério.

— Sim, ja tive uma breve conversa com ele, espero que desta vez possamos conversar um pouco mais.

Então, antes de subir com o resto do grupo despedia-se de Mika e se aproximava de Katia

— Katia, podemos conversar em particular mais tarde ? Existem algumas coisas que quero perguntar, eu tenho a minha interpretação mas é tudo muito confuso para mim.... preciso da opinião de alguem com mais conhecimento do que eu. — Após conversar com ela, Carlos se Despedia e voltava a caminhar em direção a casa de Aries.

Carlos ficava ao lado de Minerva e aproveitava para conversar um pouco com ela.

— Sei que voce pode achar tudo isso aqui uma enorme confusão...Para falar a verdade até eu estou confuso com muita coisa que está ocorrendo aqui, tudo esta sendo uma grande novidade para mim, talvez nos ache um bando de maluco o que eu acho compreensivel — Dava um leve risada — Mas eu garanto que tudo vai dar certo e caso alguem tente algo com voce como aconteceu la no colegio, estaremos aqui para lhe proteger, nem que isso custe a minha vida. — Carlos tentava manter uma conversa com Minerva, conversando sobre assuntos do dia a dia e sobre as aulas da Faculdade.

Ao chegar na casa de Áries, Carlos respirava fundo e se preparava para mais um encontro com o Grande Mestre, inicialmente iria se manter calado e iria prestar atenção a sua volta e no dialogo que o Mestre estava tendo com Minerva procurava manter-se em silencio apenas ficava surprevo ao ver sua armadura chegar voando até o local onde estavam, assim ao escutar sobre o reparo que iriam fazer sobre elas apenas concordava com a cabeça em ceder o seu sangue para que o reparo fosse feito.
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Mensagem 23 Mai 2018, 21:34

Re: Ato 1.5 ~ Caminho Pedregoso

Amaretsu:

Ao ouvir as palavras do Grão Mestre do Santuário eu lhe falei:

-Antes de nascer eu já tinha inimigos, assim como meu pai e irmãos, por sermos Lobisomens, recentemente eu perdi mais parentes no QG dos Cavaleiros de Aço em um ataque suicida. O mundo se tornou selvagem e se torna cada vez mais agressivo, virtudes que todos nós defendemos estão ficando cada vez mais esquecidos por uma sociedade "canibal". Não quero ser rude, mas sou uma amazona, um soldado, preciso de garantias, lamento pela má impressão, mas ainda sim eu não confio totalmente no Santuário, mas quero muito poder acreditar e admito, aqui é um bom lugar para encontrar respostas.

Quando minhas armas foram tomadas de mim com minha armadura, mas logo o desconforto deu lugar a curiosidade ao vê-los levitando, mas não pude deixar de reagir ao ouvir que seria necessário um pequeno sacrifício de sangue, olhei para Cecília e vi uma irmã que gostaria de ter, Tenzi e seu semblante sereno, não quero que ele se torne mórbido com a perda de sangue e Carlos para quem dei meu coração precisa continuar de pé.

Com Grão Mestre, Atlas e Tenzi:
-Sangue? Tem certeza pessoal que ele é necessário? Será que não é preciso apenas de um pouco de luz das estrelas e trabalho manual?

-Mas se é preciso de sangue eu posso resolver isso por todos, como uma Lobisomem eu herdei do meu pai um tipo de " fator de cura" e posso doar para as três armaduras e me recuperar rápido depois. Farei isso por todos, e então é possível? Basta apenas o meu sacrifício.

-Eu aguardo a resposta deles.
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Mensagem 25 Mai 2018, 17:01

Re: Ato 1.5 ~ Caminho Pedregoso

Tenzi

Felizmente Carlos fora falar com Minerva, pois parecia que a jovem precisava de alguém para a tranquilizar no momento, mas Tenzi com certeza não era a pessoa certa para aquilo, visto que para ele tudo isso de Santos e Atena era normal para ele, o que lhe era estranho era o que estava fora do Santuário: a universidade e resto do mundo moderno. Não tinha certeza também se poderia dizer palavras para ajudar Cecilia, que assim como Minerva fora jogada naquela outra realidade.

"Agni parece está se ajustando, talvez tendo pessoas por perto, Cecilia e Minerva também consigam."

O Santo de Compasso então se vira para Amaretsu, que questionara sobre a necessidade do sangue, até oferecendo o próprio sangue no lugar do restante do grupo. Tenzi balançou a cabeça em negação.

— Luz de estrela e trabalho manual não são só do que as armaduras precisam, senhorita Amaretsu, assim como só o seu sangue não é o suficiente. Como mestre Atlas falou, as armaduras fazem uma leitura do nosso ser através do sangue, e assim elas conseguem perceber o nosso crescimento e se ajustarem a ele.
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Mensagem 26 Mai 2018, 07:54

Re: Ato 1.5 ~ Caminho Pedregoso

Diante do exposto por Tenzi, Atlas sorriu.

— Aceito sua ajuda, Tenzi de Compasso. Também servirá de treinamento para você.

O mestre se virou de lado e começou a andar lentamente, indo até uma das colunas. Tocou-a com uma das mãos e a observou, aparentemente perdido em pensamentos. Depois, olhou para Tenzi, sem falar nada. O cavaleiro, no entanto, escutou a voz do mestre em sua mente, ou teve a sensação de que ele cochichou baixinho em seu ouvido.

— Escute mais a sua mentora.

Minerva, algum tempo depois de conversar com Carlos, aproveitando o distanciamento do mestre, cochichou com Carlos.

— A bem dizer, estou tranquila. O pior já passou… aliás, preciso dizer algumas coisas ao mestre, e a vocês, acho — ela levou a mão ao queixo, pensativa de que maneira começar.

Safira se aproximou de Cecilia. Tinha uma energia muito viva e empolgada.

— Cecilia, que loucura! — também falou baixinho, embora pudesse ser ouvida por estar entusiasmada. — Isso é tão legal! É que nem aqueles livros que estamos vendo mesmo!!!

Atlas, diante da fala de Amaretsu, retirou um pequeno saco de seda brilhante que estava num bolso interno da camisa folgada que usava.

— Sempre usamos pó estelar, embora isso seja um segredo dos artífices de armaduras — ele ficou confuso com o fato de Amaretsu saber disso. — O sangue, no entanto, é um multiplicador. Existem caminhos intrincados e secretos de como as armaduras funcionam. Não peço por muito sangue, apenas algumas gotas, e neste caso, agradeço sua vontade, Amaretsu. Mas Tenzi tem razão. Esta é a primeira vez que estas vestes serão consertadas com vocês sendo os portadores. É especial.

Safira resolveu testar uma teoria.

— Então quando um cavaleiro, vamos assim dizer, está batalhando e muito ferido, sangrando muito… ele já está derramando sangue sobre a própria armadura. Daí, quando ela for consertada, não vai precisar de mais sangue? Só pó estelar?

— Isso — Atlas sorriu, divertido com a ideia de Safira. — Na verdade, às vezes nem de pó estelar…
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Mensagem 27 Mai 2018, 14:46

Re: Ato 1.5 ~ Caminho Pedregoso

Tenzi

— Aguardo ansioso então pelas instruções, mestre Atlas.

E assim aguardava o começo do processo de reparo das armaduras, assim podendo praticar o que aprendera em seu lar. Nesse tempo, Tenzi era surpreendido por uma mensagem do Mestre e sem ter certeza se esta fora projetada em sua mente ou em seus ouvidos, gesticulou com a cabeça, querendo mostrar que entendera. Não tinha certeza de como poderia responder, se palavras sussurradas ou pensadas por ele seriam escutadas pelo Mestre. Esperava que a aquela forma funcionasse.

— Eu o farei, Grande Mestre.

Mas Santo de Compasso não entendia se aquilo era uma cobrança quanto a Mestra de Tenzi ter pedido para que o cavaleiro praticasse mais a respiração e meditação, ou se era um conselho do que deveria fazer. Se fosse uma cobrança, em que momento daquele dia ele tivera tempo para isso? Acordara, tomara café, fora para a enfermaria e agora estava ali, não tivera um espaço de tempo necessário para realmente se dedicar a uma meditação, sem pensar em compromisso. Se fosse um conselho, se perguntava se teria feito algo contrário aos ensinamentos da Mestra.

"Mal comecei a missão e já estou fazendo errado?"

Um pouco menos animado, esperava o inicio do processo de reparo, escutando o que os outros tinham a dizer. O questionamento de Safira o fez pensar se as armadura iriam precisar de mais sangue se a batalha do dia anterior não tivesse ocorrido.
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Mensagem 27 Mai 2018, 22:58

Re: Ato 1.5 ~ Caminho Pedregoso

Cecilia

— Até parece um conto de fadas, não?

Cecilia retribuía a animação de Safira com um sorriso, mantendo-se do lado dela enquanto escutava a conversa de todos sobre luz de estrelas, sangue e a teoria sobre a armadura ser banhada com sangue vertido já direto do combate. Uma armadura que auto-regenera em combate parecia bastante interessante, no final das contas. O que a faria regenerar sem o pó estelar, todavia?

— Eu estou pronta.

A loira não sabia como funcionaria, mas estendia o braço direito com o pulso à mostra caso precisasse verter seu sangue ali, caso alguém tivesse uma faca para ajudar. Ou poderia usar as próprias unhas, caso fosse necessário. Ademais, aquilo parecia bem mórbido agora que ela pensava a respeito.

"Só são algumas gotas, certo?"
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