UMA CANÇÃO DE AÇO E MAGIA - A Mão de Dahaka


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Mensagem 27 Dez 2017, 08:44

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

As criaturas nefastas começavam a cair uma a uma pela gigante espada do rapaz igualmente gigante e pelas habilidades dos demais, principalmente a mulher Fenyra e o anão Gilgrimm. Henry havia se colocado na posição de auxílio a eles, utilizando-se pragmaticamente de sua fé e do poder de Thyatis. Mas agora restava apenas um inimigo de pé e ele era ameaça à Fenyra.
Henry
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Volte para o abismo profano de onde pertence, criatura das trevas!

Disse sob uma voz abafada pelo elmo. O sacerdote guerreiro andou pelo piso de madeira passando pelo anão. Escorou o escudo no arco da porta para pegar impulsão sobre o morto-vivo. Com o girar do corpo, sua espada percorreu um arco em diagonal, mas o balanço foi mal calculado. Sua lâmina cortou inofensiva o ar.

Movimento para J4.
Ataque no zumbi em J5, 1d20+3: [1] +3 = (4) [erro]
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Mensagem 27 Dez 2017, 19:57

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Capítulo 1 - O Pântano Sem Nome

A flecha de Turok passou longe do morto vivo, indo se cravar na parede de madeira da casa. Catriona, ainda em cima da mesa tinha uma sorriso maroto no rosto, depois pareceu sair da animação de ter derrubado um inimigo e tentou ver o que acontecia do lado de fora. Parado na frente da porta, Gilgrimm tentou um golpe contra um dos zumbis, mas a lâmina de seu machado encontrou apenas o chão de lama. Tyberos, por sua vez, girou sua espada acima da cabeça do cavaleiro anão, destruindo um pedaço da parede e quase cortando fora uma das pernas do zumbi, porém mais que o suficiente para derrubar a criatura com um baque no chão. O mundo de Fenyra ainda girava e e era confuso, enquanto dentro casa Kaleb parecia ser esquecido nas sombras, encolhido. Henry correu de lá de dentro, se colocando de frente para o último morto vivo. Golpeou, porém o zumbi já se movia em direção a Fenyra, fazendo com que o cruzado cortasse o apenas o ar, errando completamente. O morto vivo então girou seus braços numa fúria profana, acompanhada de grunhidos. A primeira pancada passo longe do rosto de Fenyra, porém a seguinte lhe acertou a face em cheio, cortando sua boca por dentro e fazendo a lutadora dobrar um joelho na terra.

Fenyra sofreu 8 pontos de dano


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Turok 27
Catriona 24
Gilgrimm 21
Tyberos 19
Fenyra 17
Kaleb 15
Henry 6
Zumbis 5


Dados dos Personagens
Fenyra <> PVs: 06/25; PMs: 0/0; PEs: 3/3; PAs: 1; CA: 12/20 <> Condição: Benção (06 rodadas); Atordoada 2/3.
Henry <> PVs: 09/18; PMs: 5/5; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 18/18 <> Condição: Benção (06 rodadas). Magias Preparadas: arma magica, curar ferimentos leves x2, causar medo.
Turok <> PVs: 17/17; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 13/13 <> Condição:
Tyberos <> PVs: 14/14; PMs: 3/4; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 11/12 <> Condição: Aumentar Pessoa (97 rodadas); Benção (06 rodadas).
Gilfrimm <> PVs: 13/22; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 16/16 <> Condição: Benção (06 rodadas);
Personagens em Pbfs:
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Registrado em: 09 Dez 2013, 17:50

Mensagem 27 Dez 2017, 20:37

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Turok vê Fenyra sendo ferida e trinca os dentes. Pega uma flecha e mira no último cadáver e deixa a flecha voar até seu alvo e espera ver ele cair dessa vez.

Ataco o último zumbi. Ataque 14 e Dano 12 e quero ver esse porra se manter de pé
Melhor queimar do que apagar aos poucos.
-Neil Young.
o lema dos 3D&Tistas
"-seremos o ultimo foco de resistência do sistema"
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Mensagem 28 Dez 2017, 06:51

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Graças a Khalmyr, aquela luta estava próxima do fim, so restava apenas um zumbi de pé, e agora Turok aparecia na luta tambem, era bom que eles se reunissem, não sabia o que mais poderia estar escondido naquela região. Mas isso era algo para se pensar em outra hora, agora aquele zumbi precisava cair, então, mirando a cabeça do zumbi, Gilgrimm vai fazer um corte na vertical, rezando para que aquele fosse o ataque que acabasse com aquela loucura.

Gilgrimm vai atacar o zumbi que está em J5 (ataque 18, dano 12)
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Mensagem 28 Dez 2017, 07:35

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Capítulo 1 - O Pântano Sem Nome

A seta de Turok cortou o ar, depois que ele soltou a corda de seu arco com precisão. A ponta de madeira indo se enterrar no pescoço da criatura. Seria o suficiente para derrubar muitos inimigos, mas não aquele, que ainda mantinha-se de pé, grunhindo e se balançando de um lado para o outro. Gilgrimm, porém, visando acabar com aquela loucura de uma vez por todas, correu e desferiu um golpe de baixo para cima, mirando a cabeça e abrindo um corte fundo no zumbi, o derrubando finalmente de costas para no chão e garantindo que ninguém ali caísse.

O silêncio de alguns segundo fora suficiente para que todos soubessem que havia acabado e que aquele não era um bom lugar para passarem a noite. Catriona saiu da casa guardando seu florete na bainha na cintura, não parecia ferida, olhou rapidamente para todos os ali presentes, mas foi em direção de Fenyra, enquanto remexia em sua mochila, retirando um frasco com um líquido vermelho. Ela encaixou o rosto da lutadora em sua mão, destampando o frasco com a outra.

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- Ei, Fenyra, beba isto.


Imediatamente Fenyra sentiu uma sensação morna de algo descendo por sua garganta e seu mundo clarou e a dor nos lábios se tornar mais amena.

Fenyra recupera 5 pontos de vida


Catriona se pôs de pé, guardando o frasco vazio.

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- Como vocês estão? Eu possuía apenas esta poção, lamento... Henry, você poderia ajudar os demais? No fim se abrigar aqui se mostrou um erro... Foi bem assustador!


Ela soltou um meio sorriso no final, como se, apesar de tudo, fosse empolgante pelo simples combate e a aventura que aquilo rendera. Kaleb saiu, parando ao lado do batente da porta, parecia meio assustado e desconfiado.

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- Turok, acho que vamos ter que passar a noite naquele lugar que havia encontrado... Pois bem, vamos?


A ruiva girou, seus cabelos rodopiando e junto do grupo, deixando aquele lugar maldito para trás.

Fenyra 300 XP
Henry 300 XP
Turok 400 XP
Tyberos 300 XP
Gilgrimm 300 XP


Dados dos Personagens
Fenyra <> PVs: 12/25; PMs: 0/0; PEs: 3/3; PAs: 1; CA: 12/20 <> Condição:
Henry <> PVs: 10/18; PMs: 5/5; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 18/18 <> Condição:Magias Preparadas: arma magica, curar ferimentos leves x2, causar medo.
Turok <> PVs: 17/17; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 13/13 <> Condição:
Tyberos <> PVs: 14/14; PMs: 4/4; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 12/12 <> Condição:
Gilfrimm <> PVs: 14/22; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 16/16 <> Condição:
Personagens em Pbfs:
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Registrado em: 09 Dez 2013, 17:50

Mensagem 28 Dez 2017, 09:13

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Turok vê que a luta acabou finalmente e sua contratante resmunga algo que faz Turok se perguntar se humanos são realmente seres racionais.

- Devíamos queimar esse lugar para garantir que mais nada volte a se erguer, nem animais e monstros desejam esse lugar profano.

Turok fala sem se importar e vai até Fenyra e olha se há algo mais grave, mas não vê nada de errado.

- Bem vamos, infelizmente não cosegui matar uma boa presa e ela acabou fugindo. Essas crianças de Allihanna.

Turok fala se colocando na frente, mas antes de avançar.

- Quantos de vocês conseguem enxergar nesse breu? Tenham cuidado, não temos só cadáveres nessa região.

Turok fala enquanto observa o ambiente.

Ok, teste de cura deu 9. Mas sobrevivência deu 23, para encontrar o o local nesse escuro e Percepção 32 para perceber algo nessa situação
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Localização: Curitiba, PR

Mensagem 28 Dez 2017, 19:44

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Fenyra havia se machucado muito. Um descuido grave que podia te-la matado. Catriona foi atenciosa em lhe dar uma poção de cura e fez as dores mais pesadas sumirem. Mas ainda sentia-se muito machucada e cansada. Fenyra pegou seus óculos escuros, mas antes de colocá-los, viu o homem que atendia pelo nome de Turok chegar para ver seu estado. A jovem amazona o encarou com seriedade, olhando-o nos olhos.

O homem mudou de assunto em seguida e Fenyra pôs seus óculos para manter sua postura neutra, expressão oculta. Nada disse sobre poder enxergar no breu, pois considerava óbvio que não podia. Afinal, era humana.
Fenyra
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É o melhor a se fazer.

Comentou calmamente concordando com Turok e Catriona, só para constar. Fenyra queria sair dali e descansar. A batalha contra os zumbis e esqueletos foi terrível, de fato. Pensou na mulher e em seus filhos e em suas vidas provavelmente violentas. Fechou o punho forte e seguiu o resto do grupo.
Personagens de PbFs
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Mensagem 28 Dez 2017, 20:11

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Com a queda do último morto-vivo, a batalha jazia encerrada. Henry sentia dores na coxa e no peito. Retirou seu elmo.
Henry
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Poderia.

Respondeu sucinto a Catriona. O cruzado de observou que além dele, Fenyra e Gilgrimm estavam machucados.
Henry
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Venham, vou lhes derramar o calor milagroso.

Thyatis, eu rogo por seu calor para amenizar as enfermidades.


Uma aura alaranjada como fogo envolveu a mão de Henry. Ele tocou no ombro de Fenyra e depois de Gilgrimm.

Henry usou Curar Ferimentos Leves duas vezes e cura 7 PV de Fenyra e 2 PV de Gilgrimm.
Henry usou Canalizar Energia Positiva para curar 1 PV de todos, inclusive ele mesmo.

(Fenyra curou 8 no total, Gilgrimm curou 3 no total).
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Mensagem 19 Jan 2018, 07:05

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Capítulo 2 - O Templo do Inseto-Rei

O restante da noite havia sido fácil, isto é claro, em comparação a enfrentar uma horda mortos vivos dentro de uma casa amaldiçoada pouco antes. O grupo trazia o receio de dormir no pântano e as feridas de uma luta complicada, mas ainda assim, o local encontrado por Turok se revelou seguro. Os turnos de guarda, que se seguiram por decisão mútua, não revelaram nenhuma surpresa durante a noite fria, impregnada do ar viscoso do ambiente. E numa pequena clareira, numa terra quase seca, cercados por árvores retorcidas e rochas cobertas de musgo nojento, dormiram.

A luz do dia, veio como uma renovação muito aguardada, uma confirmação de que ainda estavam vivos e que aquele lugar não era tão ruim, pelo menos durante o dia. O ar era cheio de som dos sapos e dos grilos e o frio era intenso, ainda mais agora que pareciam avançar cada vez mais em direção ao norte em rumo as montanhas, por mais que ainda estivessem longe. Catriona se espreguiçou cedo, levantando-se e arrumando suas coisas, antes de comer algo. A aventureira parecia ansiosa, mas tentava esconder, para, talvez, não causar mais problemas, por isso não apressou ninguém, esperando cada um se aprontar, comendo ou se curando, qualquer que fosse o caso.

Partiram assim que todos se consideraram prontos. O caminho agora passava por uma área de lodaçal, que subia um pouco acima dos tornozelos e tornava o caminhar difícil, além é claro, de sujar botas e afins de barro. A luz do sol entrava tímida, por entre as árvores retorcidas do ambiente e as nuvens de um cinza melancólico. Não haviam passado mais de duas horas de caminhada, quando Catriona parou e apontou, por entre uma névoa pegajosa, uma estrutura, misturada ao ambiente. Raízes desciam pelas colunas vindas de cima, encobrindo a estrutura. Ao fundo havia uma abertura simétrica e escura, a entrada. Ao lado, havia uma estátua tombada, um pouco despedaçada e sem sua cabeça. Um olhar mais atento revelava que parecia uma espécie de inseto gigante.

Imagem

Catriona liderou o grupo até a entrada, lançando um olhar para a escuridão. Estreitou os olhos verdes e passou a remexer em sua mochila, tirando de lá uma tocha e pederneiras. Rapidamente, após duas tentativas, faíscas de metal atearam fogo ao tecido encharcado de óleo inflamável enrolado no pedaço de madeira. A aventureira ergueu a tocha iluminando a escadaria que descia.

Catriona
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- Bem, então vamos...


Com cuidado avançou, um degrau de cada vez. Kaleb que vinha atrás hesitou e desceu por último.

O grupo parou ao pé da escada, a tocha de Catriona iluminou seis metros a frente. Era um hall quadrado, de chão de ladrilhos de pedra, a maioria quebrados. Havia uma poeira que pairava no ar. A aventureira sacou seu florete com a outra mão e deu mais alguns passos. Todos conseguiram distinguir mais ou menos (Gilgrimm e Turok por completo) que a sala terminava em seu extremo oposto. Do lado direito havia um corredor, levando para talvez o restante do complexo. Do lado esquerdo, existia uma alcova, onde estava abrigada uma estátua. Catriona não pensou duas vezes e correu até ela, para poder examinar mais de perto, afastando a luz do centro e consequentemente, da entrada do corredor.

Dados dos Personagens
Fenyra <> PVs: 20/25; PMs: 0/0; PEs: 3/3; PAs: 1; CA: 20/20 <> Condição:
Henry <> PVs: 11/18; PMs: 5/5; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 18/18 <> Condição:Magias Preparadas: ???.
Turok <> PVs: 17/17; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 13/13 <> Condição:
Tyberos <> PVs: 14/14; PMs: 4/4; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 12/12 <> Condição:
Gilfrimm <> PVs: 17/22; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 16/16 <> Condição:
Editado pela última vez por John Lessard em 22 Jan 2018, 06:25, em um total de 2 vezes.
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Mensagem 19 Jan 2018, 08:44

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

O resto da noite foi tranquilo apesar da má sorte com a bolsa fujona e com a noitada dos mortos.

Turok foi o primeiro a ficar de guarda.

- Acho que os conjuradores deviam descansar mais, eu fico com o primeiro turno.

Turok fala sem se importar com as respostas e apenas aguarda as escolhas dos demais.

- Fenyra, aconselho a descansar mais. Entre todos você é quem mais se feriu aqui, vou ficar vigiando até de manhã se não se importam.

Turok se transforma em uma árvore sem se importar com a reação do grupo.

No dia seguinte Turok acorda cedo para ir caçar algo que prestasse, mas sem se afastar muito do acampamento. Voltando com alguns animais pequenos ele vê Catriona já se preparando para voltar a missão.

- Vamos comer antes de partir, alguém sabe conzinhar isso sem parecer cru?

Turok pergunta aos que estavam já acordados.

Depois do desejum o grupo volta a missão. Turok sem mantém em silêncio, observando rastros de qualquer ameaça, mas logo chegam ao provável local.

- É aqui? Isso parece pior que a aldeia.

Mesmo depois de falar isso Turok segue os demais. E logo vê que não estão em vantagem.

- Isso é bem diferente de um lugar natural, não poderei usar muito mais que minhas flechas. Sorte ter feito umas extras e umas armas novas.

Turok fala bem humorado enquanto observa o local.

- Bem, por onde começamos? Eu posso enxergar desde que haja um pouco de luz e creio que Gilgrimm nem precise disso, mas os demais.

Turok fala observando o grupo.

Ok, usei Forma de Árvore para o Turno de Guarda e Descanço. Criei mais 10 Flechas para repor as perdidas com Moldar Madeira. Pensei em fazer armas de madeira, mas posso Atacar com Arco Élfico também. Eu quero ter escolhido 20 para capturar algum bicho comestível em meu teste de sobrevivência. E é isso
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