UMA CANÇÃO DE AÇO E MAGIA - A Mão de Dahaka


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Mensagem 11 Fev 2018, 12:07

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

O rapaz mal respirou após matar o outro kobold, já rodando a espada para atingir a pequena criatura que estava ao lado de sua vítima anterior. O golpe atingiu o serna metade do corpo, fazendo com que seu torso fosse lançado para trás com a força do golpe, enquanto suas pernas caiam inertes, jorrando sangue e separadas do resto.

Golpe Mágico no Kobold em E3. Acerta, recupera o PM gasto e causa 12 de dano.
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Mensagem 12 Fev 2018, 08:04

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Capítulo 2 - O Templo do Inseto-Rei

Tyberos não falava, ao invés disto, matava, pura e simplesmente agitava sua espada, com golpes precisos que destroçavam os kobolds de uma única vez. Aquele que estava no fundo da sala se aproximou, tentou lhe espetar com sua lança, porém a ponta de madeira parou na armadura arcana do rapaz, assim como a pedra arremessada por outro, não muito longe dali. Aquele que estava perto de Fenyra tentou estoca-la, mas a combatente se obrigou a girar para o lado, para evitar que a arma rústica lhe perfurasse a perna esquerda. O outro que atirava pedras de longe, avançou com sua lança em riste, numa investida aliada a um gritinho fino e pouco ameaçador, que Fenyra evitou dando um simples para o lado. Eles ainda atacavam pois haviam dois deles para cada um, mas isto poderia muito bem mudar em breve.

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Tyberos 19
Kobolds 17
Fenyra 10 <<< sua vez


Dados dos Personagens
Fenyra <> PVs: 18/25; PMs: 0/0; PEs: 3/3; PAs: 1; CA: 20/20 <> Condição:
Henry <> PVs: 14/18; PMs: 5/5; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 18/18 <> Condição:Magias Preparadas: bênção, arma mágica, curar ferimentos leves
Turok <> PVs: -9/17; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 0; CA: 13/13 <> Condição:
Tyberos <> PVs: 08/14; PMs: 2/4; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 16/12 <> Condição: Armadura Arcana (536 rodadas).
Gilgrimm <> PVs: -11/22; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 16/16 <> Condição: Normal.
Personagens em Pbfs:
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Mensagem 12 Fev 2018, 10:22

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Fenyra desviava dos ataques dos kobolds com graça e facilidade. Nem precisava utilizar-se dos seus poderes de controle sobre o ar para se defender. Mesmo assim, Fenyra não era soberba, lutava a sério e percebia que Tyberos estava em estado de choque e precisava se controlar. Quanto mais matava, mais se afastava da razão. A jovem artista marcial então se posicionou entre três kobolds e chutou em um arco longo, girando o corpo em 180º.

Depois de derrubar todos, ela toca no ombro de Tyberos.
Fenyra
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Acabou, Tyb. Guarde sua espada. Matar todo mundo não vai trazer Turok ou Gilgrimm de volta. Vamos tentar encontrar alguma pista da onde Kaleb foi.


Ação de Fenyra
Movimento: vai até "5 e"
Padrão: com Pata do Leopardo e golpe Ataque em Arco ataca os kobolds em "4 e", "5 f" e "6 f". Ataque 22, dano 7

*Dano não-letal.
Personagens de PbFs
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Mensagem 12 Fev 2018, 11:23

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

O rapaz estava pronto para continuar seu massacre, até sentir a mão de Fenyra em seu ombro. Olhou para as próprias mãos. Eram vermelhas. Quase se vendo fora de si, sabia que aquilo se refletia em seu rosto. Olhos atentos e nervosos, boca aberta e contorcida pelo ódio, pele e cabelo tingidos de vermelho pelo sangue. Rosnou para si mesmo, abaixou os ombro, e olhou para o kobold.

Guardou a espada.

- Suma. Agora.

Respirou fundo. Estava cansado.

Tyberos apenas guarda a arma, não ataca o kobold, não tendo sido ferido por ele.
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Mensagem 12 Fev 2018, 11:51

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Capítulo 2 - O Templo do Inseto-Rei

O kobold encarou assustado Fenyra e Tyberos, com todos seus companheiros caídos ao redor. A criatura tremia, depois disso engoliu em seco, concordando e disparando para longe, desaparecendo por um dos corredores. Agora tudo era silêncio, porém isto não durou muito, o som de passos e do tilintar de uma armadura se fizeram ouvidos. Pelo corredor pelo qual vieram surgiram Henry e Catriona.

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- Vocês estão bem? Santa Valkaria, o que houve aqui?


A moça olhou volta para os cadáveres dos kobolds. Um cheiro de morte subia pelo ar. Nestes instantes era possível perceber que além da pilha de corpos destroçados no chão, o local era rodeado por entulhos, como pedaços de móveis, trapos e prataria antiga e amassada. Ao redor da sala haviam quatro saídas, uma em cada ponto cardeal. Catriona levantou-se, colocou as mãos na cintura (em uma delas estava com seu florete).

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- Vocês viram para onde ele foi?


Ela tinha escárnio na voz.

Dados dos Personagens
Fenyra <> PVs: 18/25; PMs: 0/0; PEs: 3/3; PAs: 1; CA: 20/20 <> Condição:
Henry <> PVs: 14/18; PMs: 5/5; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 18/18 <> Condição:Magias Preparadas: bênção, arma mágica, curar ferimentos leves
Turok <> PVs: -9/17; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 0; CA: 13/13 <> Condição:
Tyberos <> PVs: 08/14; PMs: 2/4; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 16/12 <> Condição: Armadura Arcana (535 rodadas).
Gilgrimm <> PVs: -11/22; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 16/16 <> Condição: Normal.
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Mensagem 14 Fev 2018, 09:17

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Fenyra estava incerta se Tyberos iria cooperar. Mas, por fim, aquela expressão demoníaca com sede de sangue deu lugar a um lampejo de razão. A artista marcial respirou aliviada.

Assim que o kobold fugiu, Catriona chegou em seguida com Henry. O bando de sete agora reduzido a quatro. Fenyra olhou para eles, irritada.
Fenyra
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Kaleb passou por um desses corredores antes de chegarmos na emboscada dos kobolds... temos que procurar rastros.

Estava irritada consigo mesmo por não ter sido rápida o suficiente para saber por onde ele foi e agora as habilidades de Turok seriam úteis.

Fenyra preferiu não detalhar o que houve, pois Tyberos parecia um maníaco com o corpo lavado de sangue sobre vários corpos retalhados de kobolds pelo chão. Não era o momento de repreensão, pois isso podia piorar a cabeça do garoto, mas aquela reação descontrolada mostrava o cultivo de ódio em sua alma, como quase qualquer homem mesmo.

Sem falar nada, mas esperando que o seu grupo perceba sozinho, Fenyra andou para o corredor a oeste com a tocha para ver e tentar ouvir passos. Kaleb não podia estar tão longe. No corredor sul acabou encontrando um corredor que terminava em um lugar iluminado.
Fenyra
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Acho que aqui tem alguma coisa... uma sala iluminada. Vamos.

E mergulhou na escuridão levando a tocha.
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Mensagem 14 Fev 2018, 09:37

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Henry andava à frente de Catriona pelos corredores escuros guiando-a com seus olhos abençoados por Thyatis. Olhando no escuro, mesmo atrás do elmo fechado, o cruzado enxergava tudo sem qualquer restrição. O som das partes metálicas de sua armadura começava a ser abafado pelos gritos, pela carne cortada, pelo sangue espirrado pelo chão e pela parede.

Quando chegaram ao corredor, Catriona ficou surpresa pelo morticínio de kobolds. Henry olhou para Fenyra e a viu incólume, como se fosse imune à sujeira; e depois olhou para Tyberos. O elmo mirou o rapaz por alguns momentos... Lembrou-se de sua infância quando morava em Triumphus quando conhecia um mestre de cães cruel. Sua metodologia de treino aos seus animais era violento, agressivo. Treinava os cachorros para vendê-los para quem precisava de segurança ou vigília. Porém, quando um cachorro não o obedecia ou falhava em sua tarefa, era possível ouvir o som das pauladas e os guinchos de dor. Ele os batia até a morte, pois voltavam à vida em poucos dias. Henry lembra de um dia específico em que o mestre de cães, depois de uma recusa de um nobre de toda uma safra, assassinou cruelmente todos seus cachorros. O sangue pintava o homem dos pés a cabeça.

Henry via Tyberos banhado em sangue, mas ao invés de temê-lo, o cruzado viu alguém que precisava de ajuda. Enquanto Fenyra olhava os corredores, Henry pousou sua mão sobre o ombro do rapaz.
Henry
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Você impôs morte e sofrimento a estas criaturas que nada tinham a ver com sua revolta. Seu ódio a Kaleb não deve tirar-lhe a razão, ele deve ser preso e levado à justiça do Rei. Não odeie seu inimigo, porque se assim o fizer, é de algum modo seu escravo. O ódio nunca será melhor do que sua paz.

E depois balançou o elmo para confirmar que o rapaz o ouvia. Henry não podia apenas aconselhar o rapaz, mas tinha que ser útil com seus olhos abençoados e por isso percorreu o salão observando os corredores cobertos por Fenyra, descobrindo a mesma coisa que ela.

Quando Fenyra avançou pelo corredor a sul, Henry virou o elmo para Catriona e Tyberos e meneou a cabeça concordando com a guerreira. Partiu em seguida.

Durante o caminho no corredor, Henry orou.
Henry
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Thyatis, eu suplico, acolha em suas asas flamejantes estes aventureiros.


Henry usa canalizar energia positiva curando 2 PV de todos os personagens
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Mensagem 14 Fev 2018, 20:34

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Capítulo 2 - O Templo do Inseto-Rei

Finalmente Catriona e Henry se juntavam aos demais, os quatro remanescentes daquele grupo que deixara Becca. Fenyra tomou às rédeas da situação, enquanto o cruzado de Thyatis oferecia palavras de consolo para Tyberos, que estava cego pelo seu ódio contra Kaleb. A tolloniense vasculhou a sala, dando apenas uma rápida olhada nas pilhas de lixo dos kobolds e se concentrando de verdade nos diversos corredores ao redor, tentando determinar por onde o traidor havia seguido. Finalmente, ao examinar o corredor que seguia para o sul, percebeu que ele levava até uma sala iluminada. Não hesitando, sequer por um momento, Fenyra avançou, imediatamente sendo seguida por Henry, Catriona e Tyberos.

Após vencerem mais um corredor apertado, embora que um tanto curto, o quarteto despontou numa sala ampla, de teto elevado. De cada lado dela, havia quatro tochas, presas em cabos de metal presos ao chão. No topo, chamas tremeluziam. No fundo esquerdo da sala, assim que entraram viram um espaço vazio, enquanto do outro lado, haviam duas estantes de madeira antigas. Porém, o que mais chamava atenção era o estava alinhado ao centro, no fundo do lado direito. Havia um pedestal, simples de pedra, e sobre ele uma mão, cortado até pouco mais da altura do pulso. Os dedos eram compridos e ressecados, assim como a pele, velha e cinzenta. As pontas de cada dedo terminava em unhas compridas e curvadas, de uma coloração amarelada.

Atrás dela, entretanto, havia uma estátua, enorme. Ela lembrava muito a imagem vista do lado de fora, quebrada. Um inseto, com leves traços humanoides, de aparência delgada e brutal, tinha seus braços abertos e arqueados em volta da mão. O grupo parou em uma linha.

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- Tudo bem, nós sabemos o que isso significa...


A aventureira mal terminou de dizer aquilo, um movimento brusco partiu do construto, e depois outro e mais um até que finalmente a estátua de pedra se sacudiu liberando por completo seus movimentos rudimentares. Poeira caiu de suas juntas, assim como pequenas pedras, ao passo que avançou contra o grupo.

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Tyberos 26
Estátua 24
Fenyra 9
Henry 7


Dados dos Personagens
Fenyra <> PVs: 20/25; PMs: 0/0; PEs: 3/3; PAs: 1; CA: 20/20 <> Condição:
Henry <> PVs: 16/18; PMs: 5/5; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 18/18 <> Condição:Magias Preparadas: bênção, arma mágica, curar ferimentos leves
Turok <> PVs: -9/17; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 0; CA: 13/13 <> Condição:
Tyberos <> PVs: 10/14; PMs: 2/4; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 16/12 <> Condição: Armadura Arcana (522 rodadas).
Gilgrimm <> PVs: -11/22; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 16/16 <> Condição: Normal.
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Mensagem 15 Fev 2018, 10:37

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

O vermelho começou a sair de sua mente, enquanto sua visão clareava. Não mais tomado pela fúria. O mundo voltou a ter cores enquanto o cheiro ferroso do fluído vital de todas as criaturas que havia matado abandonava sua mente, dissipando a névoa carmesim que havia se manifestado em sua alma e permitindo que pela primeira vez desde a morte de Turok e Gilgrimm o rapaz respirasse um ar límpido, livre do ódio e da selvageria que o cegavam. Reparou apenas quando Henry se aproximou e falou com ele o quão banhado em sangue estava.

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- Eu... Agradeço, sir Henry. Eu... Não consegui me controlar. Não é a primeira vez que isso ocorre. É como se nessas horas eu ficasse tomado por essa sede de sangue. Como se algo vivesse em mim. Provavelmente vem do lado da minha mãe da família. Eu sinto o cheiro de sangue e... Perco o controle. Irei pensar no que disse. Mas peço que entenda que caso ache Kaleb... Não sei se consigo prometer ser tamanho símbolo da virtude quanto o senhor. Mas tentarei.


E então, pingando sangue das mãos, balançou a lâmina e sacudiu o rosto, se livrando um pouco daquilo, e seguiu Fenyra. Não muito tempo depois, viram o objetivo em uma sala. Uma enorme estátua na forma de um inseto protegia a mão, mas certamente era aquilo. Só podia ser. Mas as coisas certamente não podiam ser fáceis, podiam? A estátua explodiu, se manifestando como um ser vivo. Isso era esperado, não era?

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- Cat, Fen, sir Henry... Preciso de alguns segundos para conjurar algo, conseguem me dar isso? Enfim... Vamos lá.


O rapaz iria andar um pouco para trás, ficando paralelo à Catriona enquanto começava à murmurar alguns encantamentos, uma aura pálida cercando sua alma e seus olhos enquanto ele se preparava para atacar.

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Volltreffer!


Tyberos se desloca até F3 e lança Ataque Certeiro sobre si mesmo
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Mensagem 15 Fev 2018, 11:12

Re: LIVRO I – A MÃO DE DAHAKA

Capítulo 2 - O Templo do Inseto-Rei

A estátua crescia sobre o quarteto. Tyberos fora rápido, recuando alguns passos e conjurando sobre si um feitiço de adivinhação, que tornaria quase impossível que errasse seu próximo golpe. Os outros três formavam uma linha que protegiam o rapaz, enquanto conjurava sua mágica.

O construto ergueu um de seus braços, lentamente e tentou acertar Fenyra, que imediatamente abaixou-se. Em seguida o outro punho de pedra, perigosamente adornado com garras, desceu contra a moça, que teve que pular rapidamente para trás, para evitar que fosse amagada. O punho de pedra, chocou-se contra o piso, destruindo os ladrilhos, mas não quebrando os ossos de ninguém, por ora.

Tyberos, que estava recuado, concentrando no combate e em suas magias, percebeu algo, quase que como um sexto sentido, sentia que havia mais alguém na sala, ou alguma coisa.

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Tyberos 26
Estátua 24
Fenyra 9 <<< sua vez
Henry 7


Dados dos Personagens
Fenyra <> PVs: 20/25; PMs: 0/0; PEs: 3/3; PAs: 1; CA: 20/20 <> Condição:
Henry <> PVs: 16/18; PMs: 5/5; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 18/18 <> Condição:Magias Preparadas: bênção, arma mágica, curar ferimentos leves
Turok <> PVs: -9/17; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 0; CA: 13/13 <> Condição:
Tyberos <> PVs: 10/14; PMs: 2/4; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 16/12 <> Condição: Armadura Arcana (522 rodadas); Ataque Certeiros (10 rodadas).
Gilgrimm <> PVs: -11/22; PMs: 0/0; PEs: 0/0; PAs: 1; CA: 16/16 <> Condição: Normal.
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